Receber a notícia de que a vistoria do Corpo de Bombeiros está agendada costuma gerar tensão em muitos gestores de EHS, Facilities e Manutenção. A aprovação é fundamental para a emissão ou renovação do AVCB (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros) – documento obrigatório para garantir que o prédio ou galpão industrial opere legalmente e com seguro em dia.
Durante essa auditoria física, todo o sistema de combate a incêndio é testado, mas há um item que reprova centenas de empresas anualmente por puro descuido ou especificação incorreta: a sinalização de emergência e rotas de fuga.
Não basta apenas “ter” uma placa. Ela precisa estar no local certo, com as medidas certas, usando o material exigido por norma.
Neste guia, a Cooperarts separou os pontos críticos de atenção na comunicação visual para que a sua empresa passe pela vistoria sem ressalvas.
O Corpo de Bombeiros exige que as placas de rota de fuga e de equipamentos de combate a incêndio sejam visíveis mesmo em caso de apagão total.
O que mais reprova:
A regra de ouro:
A sinalização de emergência não deve depender de energia elétrica direta. Invista em materiais certificados e que garantam a autonomia de tempo de brilho no escuro determinada pela regulamentação estadual vigente.
Durante uma emergência com fumaça, o pânico reduz a visibilidade a curtas distâncias. As instruções técnicas estaduais (como a IT-20 em São Paulo) são rígidas quanto à posição das placas.
Certifique-se de que sua fábrica respeita as categorias:
Inventar moda não funciona na segurança do trabalho. As cores e formas devem respeitar rigorosamente a NBR 13434 e a NR-26.
Certifique-se de que sua fábrica respeita as categorias:
Se a sua operação envolve alta temperatura, umidade excessiva (como frigoríficos) ou vapores químicos, você precisa ter cuidado redobrado.
Em uma vistoria, uma placa de saída de emergência que esteja descolando da parede, empenada, derretida ou com a tinta apagada por produtos químicos de limpeza será tratada como falha de segurança. Se o seu ambiente é severo, fuja do plástico comum e do adesivo básico. Especifique materiais como alumínio ou PVC rígido espesso de alta performance, ancorados não apenas com fita, mas com fixadores mecânicos quando necessário.
A expansão de galpões e o famoso “puxadinho industrial” muitas vezes criam zonas cegas. Uma falha clássica é ter áreas novas da fábrica sem as rotas de fuga mapeadas e sinalizadas até a porta. O bombeiro caminha pela planta; se ele chegar a um corredor sem indicação clara de para qual lado fica a saída, o local será reprovado.
A vistoria está chegando e você percebeu que a sinalização precisa de atualização urgente? Ou está elaborando um novo projeto e não quer correr riscos de reprovação?
A Cooperarts é especialista na fabricação de sinalização de segurança industrial com rigor normativo, alta durabilidade e materiais homologados.