Confira nossos conteúdos detalhados.

Como Estruturar um Sistema de Controle Patrimonial com Etiquetas e Placas

Controle patrimonial: por onde começar?

Máquinas, equipamentos, ferramentas, computadores e outros bens fazem parte da rotina de uma empresa e precisam ser identificados de forma organizada.

Um sistema de controle patrimonial permite relacionar cada ativo às informações correspondentes, facilitando inventários, localização, manutenção e acompanhamento de movimentações.

Nesse processo, etiquetas e placas de identificação funcionam como a ligação entre o ativo físico e as informações registradas pela empresa.

Mas simplesmente colocar uma etiqueta em cada equipamento não é suficiente.

É necessário definir um padrão de identificação que faça sentido para a operação.

O que é um sistema de controle patrimonial?

O controle patrimonial reúne processos utilizados para identificar e acompanhar os bens de uma empresa ao longo de sua utilização.

Dependendo da estrutura da organização, esse controle pode envolver:

  • identificação individual dos ativos;
  • cadastro das
  • informações em um sistema;
  • localização do equipamento;
  • setor ou responsável;
  • movimentações;
  • inventários;
  • manutenção;
  • histórico do ativo.

As etiquetas e placas ajudam a tornar essa identificação visível no próprio equipamento.

Como estruturar a identificação dos ativos?

1. Faça um levantamento dos ativos

Antes de produzir as etiquetas, é importante entender quais bens precisam ser identificados.

Podem entrar nesse levantamento:

  • máquinas;
  • equipamentos;
  • ferramentas;
  • computadores;
  • mobiliário;
  • instrumentos;
  • veículos;
  • equipamentos de manutenção.

Também vale separar os ativos por tipo, setor ou local de utilização.

Essa organização facilita a definição de um padrão.

2. Crie um padrão de identificação

Cada patrimônio deve possuir uma identificação única dentro do sistema adotado pela empresa.

O código pode estar associado a informações como:

Número do patrimônio → equipamento → setor → localização → responsável → histórico

O importante é que o padrão seja consistente e possa ser utilizado tanto na etiqueta quanto no sistema de gestão.

3. Escolha a tecnologia de leitura

Depois de definir o padrão, é possível avaliar qual tecnologia será utilizada.

As opções mais comuns incluem:

  • QR Code, quando há interesse em conectar o ativo a informações digitais;
  • código de barras, para processos de identificação e inventário com leitores compatíveis;
  • RFID, quando existe necessidade de maior automação e rastreabilidade.


A escolha deve considerar o processo da empresa, e não apenas a tecnologia disponível.

Etiquetas ou placas: quando utilizar cada uma?

Nem todo ativo precisa necessariamente do mesmo tipo de identificação.

Etiquetas patrimoniais

São indicadas para identificar diretamente equipamentos, máquinas, ferramentas e outros ativos.

Podem receber:

  • número patrimonial;
  • código de barras;
  • QR Code;
  • identificação textual;
  • outros elementos definidos no projeto.

Placas de identificação

Podem ser utilizadas quando existe necessidade de uma identificação mais visível, rígida ou permanente.

São especialmente interessantes para equipamentos, máquinas, áreas e estruturas que exigem uma identificação física mais robusta.

A escolha depende da aplicação, superfície, ambiente e necessidade de durabilidade.

O ambiente influencia a especificação

Uma das etapas mais importantes é analisar onde a identificação será aplicada.

Em uma área administrativa, as condições de uso normalmente são diferentes das encontradas em uma fábrica, armazém ou área externa.

Antes de definir o material, considere:

  • temperatura;
  • umidade;
  • abrasão;
  • produtos químicos;
  • exposição ao sol;
  • limpeza;
  • tipo de superfície;
  • método de aplicação.


Também devem ser avaliados o adesivo, a impressão e o acabamento.

Uma identificação que perde a legibilidade ou se desprende do equipamento pode comprometer todo o processo de controle.

Como integrar a identificação ao controle patrimonial?

A etiqueta é apenas a parte física do sistema.

Para que ela realmente agregue valor, sua identificação deve estar relacionada às informações utilizadas pela empresa.

Por exemplo, ao consultar o código de um equipamento, o sistema pode apresentar dados como:

  • descrição;
  • número de série;
  • localização;
  • setor;
  • responsável;
  • histórico de
  • manutenção;
  • movimentações;
  • documentos relacionados.

Dessa forma, a identificação física passa a funcionar como uma porta de acesso às informações do ativo.

Padronização facilita os inventários

Quando todos os ativos seguem um padrão de identificação, os processos de inventário tendem a ser mais organizados.

A equipe consegue estabelecer critérios semelhantes para diferentes setores e reduzir a necessidade de identificar cada equipamento de uma maneira diferente.

Um bom padrão deve considerar:

  • sequência dos códigos;
  • tamanho e posição da etiqueta;
  • informações impressas;
  • tecnologia de leitura;
  • materiais utilizados;
  • critérios de aplicação;
  • atualização das informações no sistema.

O que evitar na implementação?

Alguns cuidados ajudam a evitar problemas durante a implantação do sistema:

  • produzir etiquetas antes de definir os códigos;
  • utilizar padrões diferentes para ativos semelhantes;
  • escolher o material sem avaliar o ambiente;
  • não registrar a localização dos equipamentos;
  • utilizar tecnologias que não são compatíveis com o processo existente;
  • não definir quem será responsável pela atualização das informações.

A identificação precisa fazer parte do processo de gestão, e não ser tratada apenas como uma etapa de produção de etiquetas.

Conclusão

Um sistema de controle patrimonial eficiente começa pela organização das informações e termina na identificação física adequada de cada ativo.

Etiquetas, placas e tecnologias como QR Code, código de barras e RFID podem fazer parte dessa estrutura, desde que sejam especificadas de acordo com o processo e as condições de utilização.

O objetivo não é simplesmente identificar um equipamento, mas criar um padrão que facilite sua localização, controle e acompanhamento ao longo do tempo.

A Cooperarts pode ajudar sua empresa na especificação de etiquetas patrimoniais e placas de identificação, considerando o tipo de ativo, ambiente e aplicação.

Entre em contato com a Cooperarts para avaliar a solução mais adequada ao seu projeto.

Estruture melhor o seu controle patrimonial

Entre em contato com a Cooperarts e descubra como etiquetas e placas de identificação podem ajudar sua empresa a organizar, identificar e acompanhar seus ativos com mais eficiência.