Etiquetas patrimoniais: por que a tecnologia de identificação importa?
Controlar máquinas, equipamentos, ferramentas e outros ativos pode se tornar mais complexo conforme a operação cresce. Uma identificação adequada facilita inventários, localização de equipamentos e organização das informações patrimoniais.
As etiquetas patrimoniais podem utilizar diferentes tecnologias de identificação, como QR Code, código de barras e RFID. Cada uma atende a necessidades diferentes e deve ser escolhida de acordo com o processo da empresa.
Mais do que escolher uma tecnologia, é importante entender como o ativo será identificado, onde a etiqueta será aplicada e em quais condições ela permanecerá durante sua utilização.
Para gerar resultados, a sinalização deve ser tratada como um sistema integrado de comunicação visual.
O QR Code permite associar a identificação física do patrimônio a informações digitais.
Dependendo do sistema utilizado pela empresa, a leitura pode direcionar para dados como:
É uma alternativa interessante para empresas que desejam facilitar o acesso às informações do patrimônio por meio de dispositivos com câmera.
O código de barras é uma solução tradicional para identificação e controle de ativos.
Ele pode ser integrado a sistemas de gestão e utilizado em processos de inventário, permitindo identificar individualmente máquinas, equipamentos, ferramentas e outros patrimônios.
É uma opção especialmente interessante quando a empresa já possui leitores e processos estruturados para esse tipo de identificação.
O RFID utiliza radiofrequência para realizar a identificação dos ativos. Dependendo da aplicação e da infraestrutura utilizada, a leitura pode ocorrer sem a necessidade de posicionar visualmente o leitor diretamente sobre o código.
Essa característica pode ser interessante em operações com grande quantidade de ativos ou movimentação frequente.
Por outro lado, a utilização de RFID pode exigir equipamentos, leitores e infraestrutura específicos. Por isso, é importante avaliar se o investimento é compatível com a necessidade da operação.
A escolha deve começar pelo processo de controle dos ativos.
Antes de definir a tecnologia, avalie:
Essas respostas ajudam a determinar qual tecnologia apresenta melhor aderência à operação.
Uma empresa que precisa identificar equipamentos e permitir que funcionários consultem rapidamente informações de manutenção pode encontrar no QR Code uma alternativa interessante.
Já uma operação que utiliza leitores de código de barras em seus processos de inventário pode se beneficiar da continuidade desse padrão.
Em uma operação com grande quantidade de ativos movimentados constantemente, o RFID pode ser avaliado quando a automação da identificação justificar a infraestrutura necessária.
Escolher QR Code, código de barras ou RFID é apenas uma parte da especificação.
A etiqueta patrimonial precisa ser compatível com o ambiente em que será utilizada.
Uma etiqueta instalada em um escritório está sujeita a condições diferentes daquela aplicada diretamente em uma máquina industrial.
Por isso, é necessário avaliar fatores como:
Também é importante considerar o adesivo, a impressão e o acabamento utilizados na produção.
Uma tecnologia de identificação pode funcionar corretamente, mas perder sua utilidade se a impressão se deteriorar ou se a etiqueta se desprender da superfície.
O menor custo inicial nem sempre representa a melhor solução para uma aplicação de longo prazo.
Uma etiqueta adequada para uma área administrativa pode não apresentar o mesmo desempenho em uma máquina sujeita a abrasão, umidade ou produtos químicos.
A empresa pode investir em uma tecnologia que não resolve efetivamente seu problema de identificação.
A posição do patrimônio e o método utilizado pelos operadores influenciam diretamente a facilidade de utilização da etiqueta.
De forma geral:
QR Code: interessante quando a identificação precisa estar conectada a informações digitais.
Código de barras: adequado para identificação padronizada e processos de inventário com leitores compatíveis.
RFID: pode ser vantajoso em operações que demandam maior automação e rastreabilidade.
Mas essa escolha não deve ser feita isoladamente.
O resultado depende da combinação entre tecnologia, material, impressão, adesivo, aplicação e sistema de gestão.
Não existe uma única tecnologia ideal para todas as etiquetas patrimoniais.
A escolha entre QR Code, código de barras e RFID deve considerar o tipo de ativo, o processo de inventário, a necessidade de automação e as condições do ambiente.
Quando a especificação é feita corretamente, a identificação patrimonial pode contribuir para uma gestão mais organizada dos ativos e facilitar processos de controle e rastreabilidade.
A Cooperarts pode ajudar sua empresa a avaliar a aplicação e definir a solução de identificação mais adequada às características do projeto.
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